A CONTRIBUIÇÃO DAS ONGS PARA A INCLUSÃO DO DEFICIENTE INTELECTUAL NO ENSINO REGULAR



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Abaixo apresento o resumo de um Trabalho de Conclusão de Curso elaborado pela Sandra Maria Marques e pela Tatiana Regina de Oliveira Ribeiro, sob orientação do Prof. Dr. Persio Nakamoto. O trabalho foi realizado na Faculdade Método de São Paulo (FAMESP) e pode ser baixado em pdf.


Para evitar os malditos protetores de link, copie o endereço abaixo e cole no seu navegador.
http://www.4shared.com/office/WTPqHHEN/A_CONTRIBUIO_DAS_ONGS_PARA_A_I.html?
Lembre-se que segundo a Lei LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998, PLÁGIO É CRIME.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9610.htm

Portanto, utilize este documento para aprimorar os seus estudos.
Boa leitura, 
Prof. Ivan Claudio Guedes

RESUMO


Este trabalho versa sobre a contribuição das organizações não governamentais (ONGs) para a inclusão do deficiente intelectual no ensino regular. Iniciamos com uma breve apresentação da história da deficiência intelectual no Brasil, bem como sua definição, para que se possa compreender a importância desse tema que atualmente está em voga, mas que já se fala há muito tempo. A deficiência intelectual era anteriormente tida como deficiência mental, em que essas pessoas eram vistas como coitadinhas e sem funcionalidade para a sociedade e principalmente para o governo, uma vez que não tinham condições de proverem seu próprio sustento, dependendo da família. O que se comprova é que todas as pessoas, dentro de sua capacidade, podem ser reprodutores de algo. Na literatura utilizada, vemos a definição dos termos inclusão, integração e segregação e que os possíveis problemas para incluir essas pessoas, no ensino regular, pode estar na falta de capacitação dos professores e na devida adaptação curricular, que são de grande valia para que se faça de fato a inclusão. Outro ponto pensado e analisado durante este trabalho é a questão da interação desse público, pois para que haja de fato a inclusão, é preciso antes à interação, porém o que se observa é a segregação e o preconceito desses alunos por falta de conhecimento (dos profissionais envolvidos e também a falta de investimento do governo). Por esses motivos, a elaboração deste trabalho foi cuidadosamente avaliada e pesquisada, para que se possa pensar na inclusão de forma diferente da que vem sendo feita atualmente. As ONGs pesquisadas têm como exigência que as crianças estejam matriculadas e frequentando o ensino regular em escola pública municipal ou estadual, dependendo da parceria que cada uma tem. Oferecem acompanhamento com profissionais especializados tais como fonoaudiólogos, psicólogos, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas e psicopedagogos contribuindo com o desenvolvimento cognitivo do aluno bem como a inclusão desses alunos.

Palavras-chave: Educação especial. Inclusão. Deficiente Intelectual. Ensino Regular.

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About the Author

Ivan Guedes

Prof. Dr. Ivan Claudio Guedes, Geógrafo e Pedagogo. Professor de Geografia na educação básica e Docente do curso de Pedagogia da Faculdade Progresso. Coloca todo o seu conhecimento a disposição de alunos acadêmicos, pesquisadores, concursantes, professores, profissionais da educação e demais estudantes que necessitam ampliar seus conhecimentos escolares ou acadêmicos.

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